quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Porque é dos vencedores que reza a História

sendo que estes ainda têm a vantagem de serem os próprios a escrevê-la!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Pedalada


Não sei... mas acho que ando... poderosa! Fez-me bem mudar de ano. E pelo andar, este será imparável! Eu pelo menos ando a dar corda aos sapatos!

Sinto-me capaz de mover mundos e fundos e não quero deixar de aproveitar estes fantásticos fluxos de energia.
Tenho ideias, planos, projectos e uma vontade inacreditável de fazer coisas. O trabalho também abunda e bem divididinho dava para mim e mais uns quantos. Mas eu devo ser descendente directo daquele homem caçador-recolector, porque apanho, acumulo, desfruto e se for preciso ainda ponho a render. Começo a desconfiar que não tenho tempo para tudo, mas estou a tentar agilizar actividades, dinamizar processos, optimizar timings e com boa vontade tudo se arranja.

E mais! Vou passar a fazer isto tudo em cima de saltos! Ahahahahhahaha! Este é o projecto mais ambicioso!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Não é novidade, mas convém relembrar






Preciso de prazos para pôr a minha vida a andar!









O mecanismo não anda sem tempo









e é preciso de tempo para pôr a engrenagem a funcionar.
Imagens retiradas de http://www.thepurists.com/

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

"Uma flor dos Sitiados"

Quando conheci o João Aguardela, nos idos anos 90, ele era assim...

Na altura, eu sabia as músicas dos Sitiados de cor, mas foi num concerto de uma outra banda qualquer que o vi entre o público. Não descansei até ir lá ter (e não parei de babar nas 10 horas seguintes, possivelmente também não devo ter dormido bem nessa noite).

No final do concerto lá consegui. Ele foi uma simpatia e deu-me um autógrafo que bate todos os outros autógrafos do caderninho aos pontos.

Obrigado :)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O negão do momento! John Legend

Comprei um CD (facto que só por si já merece uma menção) do John Legend ao vivo.

Assim de repente não era capaz de dizer o nome de uma única música.


Mas depois de ouvir o CD cinco vezes de enfiada, já todas as músicas são mais do que grandes hits!


E esta sozinha deve ter passado dez vezes: o meu leitor já a deve saber de cor!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A importância das coisas

Wacker 1, L'Oreal
Não ando atenta a revistas científicas da especialidade e até pode ser que a teoria da relatividade já tenha sido posta em causa, mesmo se esse for o caso, nada me impede de a utilizar para reflectir sobre a importância das coisas... assim em geral.

Dar uma importância desmedida a coisas que nos causam sofrimento incomensurável só pode ser... masoquista. Claro que nos nossos reininhos todos os nossos feudos são de suma importância porque são nossos e há que prezar pela sua manutenção. Concordo. Mas pôr em evidência um feudinho podre quando há outros quinhentos radiantes e iluminados consiste numa política destrutiva... pior do que isso, auto-destrutiva. Relativizar a importância do bolor pode ser uma maneira de o superar, mas se for já daquele verde com pêlo e que fede, então, não sejamos piedosos, que para isso há santos, para quem acredita neles, é cortar o mal pela raiz, sem apelo nem agravo.

Os problemas não se resolvem só connosco a olhar para eles e a pensar no quão infelizes somos por nos ter calhado tão pesada fava. De tanta observação, análise crítica e auto-comiseração o mais provável é eles criarem raizes e alastrarem a sua esfera de influências... ah pois, um mal nunca vem só se nós lhe dermos espaço e o alimentarmos.

Relativizar pela positiva é a minha solução preferida: enfatizar e passar o polimento aos tais quinhentos feudos lindos e maravilhosos. Escova o ego e reflecte em nós a própria alegria que irradiamos. Os meus calcanhares de Aquiles estão bem presentes na minha mente, mas porque saturar os meus poros com ladainhas cansativas e esgotadas? Mais vale uma pincelada de verniz e uma borrifadela de perfume.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Limpeza de fígados

O ano novo está aí, mas eu com as minhas trinta mil ocupações mal dei pela passagem do ano... não estivesse na rua e estivessem a estoirar fogos de artifício por todo lado!
Ano novo, vida nova diz-se por aí, daí que tenha decidido que não seria boa política estrear um ano com maus fígados e pior do que isso, fígados de um ano caduco. Por isso foi preciso arrancar teias de aranhas e desbaratar outros insectos para que o ano comece mesmo um brinquinho!

E começou mesmo!

A minha vida é um filme indiano!