quinta-feira, 12 de junho de 2008

Foi a senhora que pediu um ramo de rosas?


Alguém deve ter pensado que o meu comentário ao facto de não ter recebido a rosa vermelha nesta terça consistia em alguma forma de protesto.

O certo é que entre ontem e hoje tive direito a 2 cartões de visita com potencial (conseguidos em menos de 10 minutos no percurso 'Portuga-Croácia' - casa) e hoje uma caixa de chocolates e sete rosas amarelas...


Hmm... afinal acho que a Special One sou eu!!!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Terça-feira

À terça-feira costumo receber uma rosa vermelha, mas hoje não, recebi uma coisa muito mais surpreendente: um sentido 'Obrigado, Calíope' seguido de um abraço forte.

Quando eu estava a chegar a casa, um vizinho de 5 ou 6 anos não se envergonhou de me pedir ajuda para tirar uma coisa que estava em cima da árvore. Eu tentei, mas também não chegava, mas disse-lhe que ia a casa buscar um banco. Dito e feito. 2 minutos depois lá estava eu empoleirada em cima do meu banquinho de cozinha a soltar o fio do brinquedo do miúdo.
Se ele não ficou eternamente agradecido, estava com ar disso, mas possivelmente era proporcional ao meu enternecimento.

Há detalhes de vida imperdíveis. Este foi um deles. :)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

'Tou que nem posso!


Já não estou, mas achei um título bastante indicado para o pódio que pretendo apresentar de seguida. Eis as piores justificações para tudo e mais qualquer coisa e especialmente quando os argumentos são parcos.

Auguste Rodin, Toillette de Venus



Medalha de bronze: "É muito complicado, tu já sabes como é..."


Medalha de prata: "Pois, com este tempo não admira..."


Medalha de ouro: " Mas tu estás com o período?!!"


E uma grande salva de aplausos para todos os argumentos candidatos!

Cuidado que eu mordo!



Ando rabujenta e irritadiça.

Tudo me consome os poucos nervos que ainda não emigraram do meu corpo para parte incerta. É impressionante, até para mim, o tamanho que algumas palavras, gestos ou a falta dos mesmo têm alcançado. Se forem formas imperativas então é que a turbulência está mais do que garantida.


O mais certo é serem retribuídos com quatro pedras, na melhor das hipóteses a visão dantesca que é ver-me a rosnar ferozmente.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Homem à/da semana

Arriscando-me a ser mal entendida, arriscando-me a gozar da fama sem proveito nenhum, arriscando-me a um outro sem número de situações que agora nem me ocorrem, ouso concluir que os últimos homens que a vida me tem presenteado têm o prazo validade de uma semana.

Ona, Arte Café

Eles devem ser aparentados das minhas lentes de contacto novas, com uma diferença assimétrica. Enquanto elas servem para uma semana, mas ao fim de 8 dias continuam a funcionar, eles ao fim do 7º dia, se tanto, já se esfumaram no ar... E o mais surpreendente: há logo outro que cruza no meu caminho de seguida, fazendo-me crer que tiraram todos senhas da mesma máquina, que deve emitir um sinal qualquer, que activa o seguinte assim que o actual se esvanece.

Há coisas que me ultrapassam e esta é uma delas. Se há uns saudosos anos constrangia-me o facto de ter vivido (sem querer, claro!) uns meses à luz do filme Sweet November, o que dizer agora destas semanadas? O pior de tudo é que antes de começarem já acabaram!!! Outro denominador comum omnipresente... E onde é que estavam enclausurados estes tipos todos tão interessantes/interessantes qb/tão giros/giros qb/com olhos azuis... até ruivos (o supra sumo de todos os critérios) para agora me aparecerem às pingas? Com certeza nalguma cave nestra Áustria-maravilha, é a única resposta que me ocorre.