quarta-feira, 30 de abril de 2008

Sou aquela dos óculos vermelhos...


Perdão! Sou aquela muita gira e com uns óculos vermelhos fabulosos.

Se mais alguma vez for a algum blind date será assim que o outro blind-conviva me irá reconhecer!

Tenho uns óculos novos, tenho uma nova perspectiva de vida. E é mesmo verdade, assim que os empinei em cima do meu nariz fez-se um clique como se de repente visse o mundo com outros olhos... pois é, e vai ser assim mesmo, como se diz em alemão, a partir de agora vou ver o mundo com roserote Brille, que é como quem diz, ''com os óculos vermelho-cor-de-rosa, ou seja, ver o ouro sobre azul

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Conversas soltas XIX


- Pronto! É mais um gajo que vai encher as fileiras dos gajos-que-não-sabem-utilizar-as-oportunidades-que-a-vida-lhes-põe-à-frente. Quer dizer, acho que vou pô-lo num segundo saco pois o primeiro já está a rebentar pelas costuras...

- Tu não precisas de saco nenhum... precisas é de uma trituradora para dar cabo desses gajos passados.
Keith Mallett, Poise

terça-feira, 22 de abril de 2008

Conversas soltas VIII

A: Aqui está uma flor para si. Uma rosa vermelha. Acho que gosta mais das vermelhas...
B: AHAHAHAHAHA Obrigado... porque é que acha isso?

terça-feira, 8 de abril de 2008

Instintos

Sabe bem


estar de volta na mó de cima

Mas quantas mais voltas serão precisas dar ...

para eu absorver que faz mal...


Ona, Torero; Torero la cape; Torero y toro

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Fiat lux*

Se uma luzita no fundo do túnel dá jeito, uma lâmpada na cozinha dá muito mais! E notamos isto no preciso momento em que ela se funde...
Lá tive eu de vestir o fato de macaco, que é quem diz, tirar o salto e a camisa branca, para subir ao escadote, mas mantendo as meias de rede e as unhas pintadas (só eu... realmente!) e mudar a lâmpada acabadita de comprar.
Desci e premi o interruptor... suspense... fez-se luz! na minha cozinha e no meu dia, quiças na minha vida também.
Devo ter alguns genes que noutra vida pertenceram ao Paulo Coelho, pois momentos como este fazem-me rejubilar e pensar que tudo o que preciso está cá dentro e que basta activar esses fusíveis para que se faça luz no espaço que me rodeia, havendo um foco apontado para mim. Há sempre, fatal como o destino!
* Já que aparentemente o número de leitores caiu tão drasticamente, posso dar-me ao luxo de escrever numa língua que me é tão cara.