sexta-feira, 28 de março de 2008

Pernas para que vos quero


Se tivesse pernas mais compridas, poderia dar passos mais largos que as minhas pernas actuais, o que faria com que pudesse percorrer os mesmos caminhos em menos tempo e até me lançar a novos desafios... Mas como tenho pernas curtas e talvez uma vontade desmedida, lanço-me na mesma com a certeza que tenho de ter destreza e ser ágil o suficiente para compensar outras lacunas.


Também poderia ter mais pernas para poder fazer o meu caminho (a despachar!) e ajudar os que me estão próximos a palmilhar os seus, tipo bengala, tripé ou mesmo andarilho. Eles sentir-se-iam apoiados e eu muito contente por poder aliviar o peso de alguém. Se calhar tenho vocação para centopeia e ainda não a descobri.

segunda-feira, 17 de março de 2008

A gaja mais gira da festa

e arredores fui EU (e batendo a concorrência inexistente, incluindo as aniversariantes, por pontos-luz!!!)! E mais, sou visionária porque já sabia que assim iria ser há semanas!

A minha auto-estima imbatível chegou mesmo aos píncaros quando não só amigos e conhecidos elogiaram a minha veia criativo-artística, mas também interessantes desconhecidos não me pouparam a um:

Du bist so schööön! :)

Gustav Klimt,
Die Erwartung (Schnitt)
Ach ja... aber es stimmt! ;)

terça-feira, 11 de março de 2008

Espelho meu!



Nem me interessa o que é que possa eventualmente estar por de trás do espelho,
seja ele o coelho, a rainha de copas ou o príncipe,
pelo simples facto de que pela sua frente se encontra algo estonteantemente fabuloso!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Em cima do salto VII

Por ocasião do dia internacional da mulher (sim, está escrito em minúsculas tendo em conta a importância que esse dia tem tido na minha vida em geral), uma amiga minha desejou-me o seguinte:

Tudo de bom para ti! Areja-me essa vida e vê lá se arranjas daquelas histórias sumarentas para me contares!

Elena Feliciano, Blue lotus stilettos glicee

A resposta imediata não poderia ser outra: Por mim era já amanhã!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Lusofonia


Por mais voltas que o mundo possa dar eu nunca vou ler o mundo de outra forma que não sejam com os meus olhos portugueses. Foi assim que aprendi as coisas e não sei vê-las de outra forma... nem sei se quero.


É bastante interessante verificar como uma língua logo nos define as perspectivas de ver o mundo e foi isso que o discurso do embaixador do Brasil me fez pensar quando na inauguração da nossa exposição 'Língua Portuguesa, um mar de culturas' ele pôs o dedo na ferida e disse que se a língua é uma forma de ver e de estar na vida, a língua portuguesa é uma autêntica cosmovisão que encerra em si quatro cantos do mundo que a enriquece enquanto una, única e só uma língua portuguesa.


Isto tocou-me profundamente e fiz a minha mea culpa.