sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Volto já!


Vou ali dar um mergulho ao Índico e volto logo!
Adeusinho!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

(Contra)senso

Lição de vida:


Mais vale arrependermo-nos do que foi feito do que do que ficou por fazer.
Provérbio russo:


Ser saudosista é como correr atrás do vento.

domingo, 12 de agosto de 2007

Confirma-se

Já estou em Lisboa e não consigo parar quieta...
Não me parece que seja bicho-carpinteiro...

Se calhar é um hábito ou uma forma de estar.
Se calhar é um modo de fuga.

Possivelmente não sei viver de outra forma.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

What goes around comes around

Miss Carrena, Luis Espiridion

Não estou de todo a citar o Justin Timberlake, mas sim a reflectir sobre o facto de que a gente colhe nada mais nada menos o que planta e que deitamo-nos sempre na cama que fizemos...

Os seguidores de Wicka (uma espécie de religião pagã dada a feitiçarias/bruxarias) sabem que os feitiços devem ser sempre positivos, caso contrário, vira-se mesmo contra o feiticeiro.


segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Makes me wonder! ;)


Esta podia ser perfeitamente a imagem ilustrativa do fim-de-semana, de hoje à noite e dos próximos dias. E só não há mais porque os dias SÓ têm 24 horas... Vamos ver se em Lisboa o ritmo abranda... ou acelera!
Cuidado! Parece que o animal social voltou a apoderar-se de mim!

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Inversão de papéis

Já devo ter citado isto num post qualquer anterior...
mas hoje não resisto a repetir-me e a cantar a Dido:
If you were a king up there on your throne,
would you be wise enough to let me go?
For this queen you think you own
wants to be a hunter again,
wants to see the world alone again
To take a chance on life again
so let me go!
E agora em plenos pulmões:
I want to be a hunter again,
I want to see the world alone again
To take a chance on life again,
so let me gooooooo!

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Contra-relógio

Salvador Dali
Quem olha para o meu ar pacato, calmo e sereno não pode imaginar a autêntica engrenagem que tenho por dentro. Preciso de prazos, datas de validade, horas de partida, despertadores e um relógio no pulso e de preferência outro no telemóvel.

Cada hora aproveitada é uma mais-valia, cada minuto um prazer e cada segundo um luxo. Se tenho um complemento sintáctico preferido tem de ser o cirscuntancial de tempo... sujeitos e predicados há aí em catadupa só o tempo é que é único.

Acabei de descobrir que em termos amorosos funciono a contra-relógio. Saber que tenho um determinado tempo para agir causa-me sempre um pânico inicial que normalmente termina sempre numa ideia bastante bem iluminada. Tempos que se arrastam sem fins à vistas só me servem para não fazer nada e deixar que as coisas embruteçam. A noção de tempo que se esgota confere viçosidade porque ninguém fica à espera do amanhã!