domingo, 28 de maio de 2006

Código da Vinci

Li o livro há uns meses e neste fim-de-semana fui ver o filme.
O único comentário que me apetece fazer é:

E quem és tu, mordomo?

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Silogismos

Há muitos muitos anos eu e uma amiga minha fizemos as brilhantes conjecturas:
Em Portugal, há muitas morenas.
Em Portugal, há poucas loiras.
As poucas loiras fazem furor em Portugal.

Assim:

Na Suécia, há muitas loiras.
Na Suécia, há poucas morenas.
Logo, vamos emigrar para a Suécia!!!

O plano não foi cumprido por nenhuma de nós, apesar de eu me ter posto a caminho, mas ter ido parar ao país 'errado'... O certo é que na semana eu vou tirar as dúvidas!

domingo, 21 de maio de 2006

Direito de propriedade

Partindo do princípio que nenhum de nós tem uma profissão como padre, médico ou qualquer outra que exija segredo de justiça, até que ponto temos o direito de difundir uma história que nos foi confiada?

Cacos

Uma amiga minha partiu um espelho de uma dimensão considerável, cerca de 70cmx70cm. Quando me disse isso ao telefone a associação imediata foi aos 7 anos de azar. Ao chegar a casa dela e ajudar a apanhar os cacos, ocorreu-me a duvida de se os anos seriam para contar a partir da data ou para trás.

domingo, 14 de maio de 2006

Prendas de Deus

Por motivos de educação, normalmente ninguém recusa prendas. Mesmo que não gostemos muito (ou nada), limitamo-nos a agradecer a atenção que alguém nos prestou e se for preciso trocamos por outra coisa que mais nos convém. Até aqui nada de extraordinário.
Achei bastante curioso no sermão de hoje, o padre ter se apoiado nesta mesma ideia. Todos os dias recebemos prendas de Deus e não podemos/devemos recusá-las, pois são prendas sempre úteis, mesmo que na altura não percebamos bem para quê... Um exemplo elucidativo são as meias e as cuecas que são sempre mais úteis que as barbies e os kens! Este exemplo pode ser um pouco limitativo, uma vez que Deus não se preocupa apenas com a nossa roupa interior, mas
para mim esta ideia faz bastante sentido, mesmo sendo eu das pessoas que tem tendência a trocar mais de 50% dos presentes que recebe!
A mensagem do padre era bastante clara e simples: aceitemos e agradeçamos as prendas que Deus nos dá e tiremos daí os melhores frutos. Eu ainda acrescentaria, se não gostarmos muito da prenda e se Deus insistir em não nos dar o talão para a trocar, então nada mais simples do que aplicar um exercício de criatividade: reciclemos a nossa prenda e tornemo-la numa coisa mais com a nossa cara e só com isso já estamos a tirar frutos!

Nota: Entre o baile de ontem e a missa de hoje houve várias horas de sono! Nada de andar a correr as capelinhas!

sábado, 13 de maio de 2006

Modelos de (bom) comportamento

Mudam-se os tempos, mas há coisas que ficam. Quando ainda andava pelos bancos de escola era frequentemente apontada como modelo de boa aluna, estudante aplicada e comportamente praticamente irrepreensível. Para mim nada de extraordinário nem de menção honorífica, limitava-me(limito-me) a agir de forma recta e de acordo com os meus princípios.
Ao longo dos anos, estes não mudaram muito.
Mas fui inesperadamente surpreendida quando ontem, na rodada de copos de 6ª-feira, uma das presentes diz: "Sim, sim. Estive a falar com a Judith e ela diz que o que quer é ser uma party girl como a Calíope!". Engasguei-me e emiti um "Desculpa?!!!" inquiridor.
Conheço a Judith há dois ou três meses. Devo ter trocado mais do que meia dúzia de dedos de conversa de ocasião pois por motivos profissionais encontrámo-nos nos mesmos eventos... mas daí a ser uma 'party girl'? Sou presença assídua em festas e reuniões de amigos, mas nada de escândalos, espalhafatos (esta palavra existe?) e muito menos beber até cair...
'Party girl' faz-me sempre lembrar a totó da Paris Hilton e amigas afins, por isso apesar de ter sido dito no bom sentido, a mim não me soe especialmente como um elogio, daí que agradeço que não haja qualquer tipo de ponto em comum.
É engraçado verificar a impressão que os outros têm de nós... enfim, para fazer jus à pseudo-party girl que (não) sou, vou arranjar-me para ir ao baile de salsa de hoje à noite. Qual cinderela exótica, qual quê? E para evitar qualquer tipo de surpresas, o melhor é mesmo levar sapatinhos com fivela não vá lá ficar um!

terça-feira, 9 de maio de 2006

Baú de memórias


Muito sem querer numa busca de imagens, encontrei esta laranjita. Não pude deixar de sorrir... andava à procura de laranjas e encontrei a minha laranjita.
Quando era pequena tinha uma boneca igualzinha a esta de quem gostava muito. Passados este número infindável de anos, julgo que estou a precisar de outra presença assim tão... vitaminada!

quinta-feira, 4 de maio de 2006

Dias de sorte II

Uma amiga telefonar-te e dizer que tens a receber uns 20€ por um favor que lhe tinhas feito e que não tinha sido favor nenhum (ir assistir a uma das tuas aulas). Ires comprar uma coisa já com medo do stock estar esgostado e não só encontrá-la, mas ainda ter direito a 10% de desconto do dia. Seres convidada para ir a um baile. Pode ser só impressão ou então é um dia de sorte!

CCC* apresenta Cornélia e Clarisse

Explicar a relação entre Cornélia e Clarisse não consistia na tarefa mais fácil do mundo. Amigas não seria bem o termo, mas eram bem mais do que conhecidas.
Ambas tinham o mesmo homem nos seus currículos, a quem tratavam 'carinhosamente' por testemunho! Afinal de contas tinha sido uma autêntica estafeta!!!
Clotilde queixava-se de ter ficado com a corrida de fundo: quatro anos tinham exigido muito de si, que agora via que deveriam/poderiam ter sido reduzido a muitos menos. A Clarisse coube a prova de velocidade: dois meses que ela preferia ter esticado por mais uns quantos.
O testemunho saira de cena, mas elas mantiveram-se. Ambas sempre estiveram a par da existência da outra, apesar dos seus relacionamentos não terem sido simultâneos.
Agora testemunho ultrapassado, saíam juntas, trocavam algumas confidências e falavam do testemunho com desdém. Enfim, autênticas comadres ou como chamar a este tipo de relação?

*Cadela Com Cio